Maldição do Everton na Copa do Mundo 2026: coincidência bizarra derruba Brasil, Portugal e Holanda

A Copa do Mundo 2026 já teve de tudo: favoritos caindo cedo, zebra avançando e narrativas prontas para dominar as redes sociais. A mais comentada do momento atende por um nome irresistível: maldição do Everton.

A teoria virou meme depois que três seleções gigantes — Brasil, Portugal e Holanda — deram adeus antes do esperado. O detalhe que “amarra” a história? Os três treinadores que comandavam essas equipes já sentaram na cadeira de técnico do Everton na Premier League.

Neste artigo, a gente organiza os fatos, separa coincidência de padrão e mostra por que essa narrativa mexe tanto com o público — inclusive com quem acompanha a Copa com olhar de entretenimento e palpites.

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Portugal de Cristiano Ronaldo e o Brasil de Neymar já estão eliminados da Copa do Mundo de 2026.

O que é a “maldição do Everton” (e por que isso pegou tão rápido)

A expressão “maldição do Everton” não é um conceito oficial nem um dado científico. É, na prática, uma piada estatística criada por torcedores para explicar uma sequência improvável: três técnicos com passagem pelo Everton liderando três seleções tradicionais… e os três sendo eliminados precocemente no mesmo Mundial.

O apelo é óbvio:

  • envolve clubes e seleções, dois universos que o torcedor adora comparar;
  • tem a dose certa de “padrão” para viralizar;
  • e entrega uma narrativa simples para um torneio que muda de humor a cada jogo.

Nas redes, torcedores do Everton e neutros entraram na brincadeira com frases como “estamos realmente amaldiçoados” e “você não pode discutir com os dados”.


O trio ex-Everton e as eliminações que alimentaram o meme

Brasil de Ancelotti: queda nas oitavas

O Brasil, comandado por Carlo Ancelotti, foi eliminado nas oitavas de final (fase de 1/8).
O resultado chocou porque a seleção era tratada como candidata natural ao título, especialmente pelo peso do elenco e pela expectativa em torno do ciclo.

Ponto-chave para o meme: Ancelotti treinou o Everton entre 2019 e 2021.

Portugal de Roberto Martínez: adeus também nas oitavas

Portugal de Roberto Martínez também parou nas oitavas, frustrando quem esperava uma campanha mais longa.
A eliminação ganhou ainda mais atenção por envolver uma seleção com enorme apelo global e uma geração acostumada a grandes torneios.

Conexão Everton: Martínez comandou o clube no período 2013–2016.

Holanda de Ronald Koeman: eliminação no 1/16 em pênaltis para Marrocos

A Holanda, sob Ronald Koeman, caiu ainda antes: foi eliminada no 1/16 (fase anterior às oitavas), em derrota nos pênaltis contra o Marrocos.

Conexão Everton: Koeman assumiu o Everton depois e ficou no cargo por cerca de 16 meses.


Por que essa coincidência virou “história de Copa”

Copa do Mundo é terreno perfeito para superstição. Quando três eventos parecidos acontecem em sequência, a nossa cabeça tenta transformar acaso em explicação.

E aqui havia um ingrediente extra: o Everton é um clube tradicional e muito falado na Inglaterra, mas nem sempre associado a “sorte” em grandes momentos recentes — o que dá combustível para piadas.

O próprio texto-base destaca como os torcedores “detectaram rapidamente” o ponto em comum e passaram a tratar como uma “maldição” carregada pelo clube de Merseyside.

Observação: o que existe de fato são eliminações + um elo biográfico (passagem pelo Everton). O “poder místico” é só linguagem de torcedor.


E enquanto os “amaldiçoados” caíam, quem ficou de pé?

Após as saídas de Ancelotti, Martínez e Koeman, o texto aponta que apenas cinco seleções do top 8 do ranking FIFA seguiam vivas nas quartas: França, Argentina, Espanha, Inglaterra e Marrocos.

O Marrocos, aliás, é peça central dessa Copa “fora do roteiro”: eliminou a Holanda e seguiu sendo protagonista.

Outra informação importante do recorte: a França venceu o Marrocos por 2–0 e garantiu a primeira vaga na semifinal.

E o caminho francês prometia continuar quente: o próximo adversário sairia do confronto Espanha vs Bélgica.


O que isso muda para quem acompanha com olhar de palpites e entretenimento

Narrativas como “maldição” não ganham jogo — mas mudam conversa, e conversa muda comportamento. Em plataformas de entretenimento e odds, o humor do público pode oscilar rapidamente depois de uma eliminação grande.

Se você curte acompanhar a Copa com mentalidade de análise (sem cair em superstição), vale usar essa história como alerta prático:

  • Evite “apostas por meme”: coincidência não é modelo preditivo.
  • Olhe o contexto do mata-mata: um jogo ruim, uma disputa de pênaltis e pronto — acabou o torneio.
  • Marrocos como fator real: não foi “magia”; houve desempenho suficiente para eliminar a Holanda e competir com a França.

Depois do Mundial: destinos bem diferentes para os três técnicos

O “capítulo pós-Copa” também diverge bastante entre eles, segundo o conteúdo:

  • Ancelotti seguirá no comando do Brasil para o próximo ciclo de Copa.
  • Koeman pediu demissão do cargo na Holanda.
  • Roberto Martínez se despediu de Portugal com o fim do contrato.

Ou seja: enquanto a internet brinca de “maldição”, o mercado real do futebol faz o que sempre faz — reavalia projetos, reinicia ciclos e troca comando quando a pressão vence.


Conclusão: maldição… ou apenas a Copa sendo a Copa?

A graça da maldição do Everton é que ela parece “comprovada” quando você olha só o recorte: três ex-treinadores do Everton, três seleções grandes, três eliminações precoces.

Mas a própria Copa do Mundo é especialista em derrubar certezas — e, em mata-mata, detalhes decidem tudo. O meme funciona porque é simples, divertido e combina com o caos controlado do torneio.

No fim, talvez a melhor leitura seja esta: não é o Everton “assombrando” ninguém. É só a Copa 2026 lembrando que camisa pesa… mas não garante passagem.

Resumo em 20 segundos:

  • Brasil (Ancelotti) e Portugal (Martínez) caíram nas oitavas.
  • Holanda (Koeman) caiu no 1/16, nos pênaltis contra o Marrocos.
  • Os três técnicos têm passagem pelo Everton — e a internet fez o resto.
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